Como eu ajudo você?

Atender individualmente o aluno permite a identificação de lacunas de aprendizagem anteriores à formação universitária, lacunas essas que atrapalham o desenvolvimento do trabalho acadêmico.

Acredito que identificar essas lacunas e indicar os caminhos para que o aluno possa melhorar é a maior contribuição das aulas particulares. Aqui, incluo dificuldades com a organização e apresentação (escrita e/ou oral) dos argumentos numa lógica coerente.

Traduzindo o grego da metodologia científica

Minha experiência, como aluna e como docente, basicamente me ensinou que os alunos não gostam de metodologia. E quando procuro saber o motivo, percebo que eles não entendem as ferramentas ou não enxergam imediatamente a aplicação daquela técnica em um caso específico, para elaborar a pesquisa desejada. Isso engloba desde as leituras iniciais para levantar a bibliografia à redação do texto final. As universidades têm exigido cada vez mais dos alunos nesse sentido (e confesso que acredito que ela está corretíssima nisto), e os alunos e amigos com quem tenho conversado, queixam-se da dificuldade com a disciplina e com a redação. Meu propósito central é ajudá-los exatamente no ponto em que normalmente os alunos “travam”.

Colaborar sim, orientar não! Facilitar sim, fazer pelo aluno, JAMAIS!

É preciso deixar claro que não sou uma mediadora entre o aluno e seu orientador(a), muito menos uma substituta dele(a).

Meu papel é ajudar a você (aluno) a resolver desde problemas pontuais com sua pesquisa (como por ex., “Bonnie, avancei até aqui, mas travei e não consigo sair do lugar”) a um envolvimento maior com toda a concepção do trabalho que pode ir desde a delimitação do tema (“Bonnie, preciso dedicir o tema do meu TCC e como fazê-lo, mas tenho dificuldade em traduzir minha ideia em uma estrutura de projeto de pesquisa…”) à avaliação da estrutura com a qual está sendo organizado em todo o escopo metodológico (observando as questões de forma), mas não de conteúdo (o escopo do conteúdo é um trabalho de coordenação, exclusivamente, entre os interesses do aluno e de seu orientador).

É preciso deixar claro que NÃO FAÇO O TRABALHO POR VOCÊ. Eu apenas atuo como alguém que irá te instruir na elaboração, ok?








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